sábado, 14 de abril de 2012
AULA DE LEITURA
Trabalhando com jornais.
Os estudantes gostam de atividades dinâmicas.O jornal é uma das formas encontradas para construir uma leitura interpretativa,. Os jornais de nossa região publicam fotos e noticias locais. Ë interessante observar a forma e a curiosidade com que os estudantes analisam as reportagens. A seguir algumas fotos onde se trabalha a leitura e a produçao de textos com jornais em sala de aula.
Ë isso ai moçda sempre procurando saber mais...
quarta-feira, 11 de abril de 2012
ENCENAÇAO DA PAIXÃO DE CRISTO
Encenaçào da PAIXAO DE CRISTO pelos estudantes de nivel médio da EEB PROFa CECILIA LOTIN, aconteceu quinta-feira a noite as dezenove horas. Tambem aconteceu o lavapés organizado pela escola municipa de 13 de maio. A encenaçao foi orientada pelo Prof. Alison, auxiliado pelas professoras da escola.Os estudantes agradecem a Diretora Profa.Luciane Balensiefer pela disponibilizaçao de materiais e do tempo de ensaio.
A apresentaçao foi assistida pela comunidade escolar e pela comunidade social do Municipio de Barra Bonita.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
MEMORIAL
MEUS MARCADORES IDENTITÁRIOS
Nasci em Mondaí, Santa Catarina, bisneto de Heinrich Wilhem Leuze e de Barbara Schauren Leuze imigrantes alemães, neto de Guilherme Leuze e Joana Amália Spielmann, de Não-Me-Toque, RS, filho de Evaldo Rudolfo Leuze, Professor de séries iniciais e de Anna Ilse Lenkner Leuze, dona de casa e agricultora.
Como se pode presumir, fui na aula com meu pai, recebendo dele a informação das primeiras letras e da leitura. Trabalhava na agricultura ajudando minha mãe, já que em determinada época meu pai lecionava o dia todo. O ginásio, bem como o segundo grau, fiz pelo teste supletivo, sendo praticamente um autodidata. Minha Graduação aconteceu através da UNOESC, onde cursei Português/Alemão, um curso proporcionado pelo Governo Do Estado em 1995.
A especialização deu-se pela CELLER Faculdades. Prestei concurso no ano 2000, porem não assumi, apesar de estar trabalhando com a educação profissional no CEDUP-GV, na época Colégio Agrícola Getúlio Vargas, vindo a assumir na última chamada, visto ter sido prorrogada por duas vezes a validade do concurso, isto aconteceu no ano de 2004. Desde então trabalhei em sala de aula, assumi a assessoria de direção do Centro de Educação de Jovens e adultos em São Miguel do Oeste, assumindo posteriormente a Direção do Centro de Educação Profissional Getúlio Vargas, CEDUP-GV, por dois anos.
Nasci em Mondaí, Santa Catarina, bisneto de Heinrich Wilhem Leuze e de Barbara Schauren Leuze imigrantes alemães, neto de Guilherme Leuze e Joana Amália Spielmann, de Não-Me-Toque, RS, filho de Evaldo Rudolfo Leuze, Professor de séries iniciais e de Anna Ilse Lenkner Leuze, dona de casa e agricultora.
Como se pode presumir, fui na aula com meu pai, recebendo dele a informação das primeiras letras e da leitura. Trabalhava na agricultura ajudando minha mãe, já que em determinada época meu pai lecionava o dia todo. O ginásio, bem como o segundo grau, fiz pelo teste supletivo, sendo praticamente um autodidata. Minha Graduação aconteceu através da UNOESC, onde cursei Português/Alemão, um curso proporcionado pelo Governo Do Estado em 1995.
A especialização deu-se pela CELLER Faculdades. Prestei concurso no ano 2000, porem não assumi, apesar de estar trabalhando com a educação profissional no CEDUP-GV, na época Colégio Agrícola Getúlio Vargas, vindo a assumir na última chamada, visto ter sido prorrogada por duas vezes a validade do concurso, isto aconteceu no ano de 2004. Desde então trabalhei em sala de aula, assumi a assessoria de direção do Centro de Educação de Jovens e adultos em São Miguel do Oeste, assumindo posteriormente a Direção do Centro de Educação Profissional Getúlio Vargas, CEDUP-GV, por dois anos.
domingo, 25 de março de 2012
Meus oito anos
Poemas - Meus oito anos (Casimiro de Abreu)
Oh ! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh ! dias da minha infância!
Oh ! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
- Pés descalços, braços nus
-Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh ! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Oh ! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh ! dias da minha infância!
Oh ! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
- Pés descalços, braços nus
-Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh ! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
FESTA DAS BRUXAS EM NOSSA ESCOLA
Os Estudantes da Escola Cecilia Lotim organizaram, em conjunto com a Direção e o Gremio Estudantil, um dia de descontração, no qual as atividades estavam direcionadas a caracterizaçao dos estudantes para o dia das bruxas. A diversão foi bacana. Parabéns aos estudantes pelo seu envolvimento. Algumas fotos do evento>
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
AMIGOS PARA SEMPRE
"Mesmo que tivesse em minhas mãos todo o perfume das rosas, toda a beleza do céu, toda a pureza dos anjos, toda a inocência das crianças, toda a grandeza do mar, toda a força das ondas, mesmo que eu tivesse todas as coisas belas da vida e todos os belos lugares do mundo nada teria sentido se eu não tivesse o presente mais valioso, mais nobre e mais sagrado que Deus pode me dar... Sua amizade!!! Eu só tenho a agradecer por vocês existirem em minha vida"
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
PORQUÊ?
Quantas vezes não pronunciamos no momento oportuno as palavras que gostaríamos de dizer, pelo medo de parecermos ridículos e imaturo... Quantas vezes ficamos porque tivemos medo de partir... Quantas vezes partimos porque tivemos medo de ficar... Quantas vezes dizemos baixinho o que na realidade gostaríamos de gritar...
Tantas vezes o amor nos expoe a situaçoes agradaveis e temos medo do que os outros pensam ou dizem...
Tantas vezes o amor nos expoe a situaçoes agradaveis e temos medo do que os outros pensam ou dizem...
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